JANEIRO
1. Meninos valentes (Patrick Modiano), 160 p. [releitura]
2. Trabalho impróprio para uma mulher (P. D. James), 228 p.
3. A defesa Lujin (Vladimir Nabokov), 220 p.
4. Hyperion (Dan Simmons), 560 p.
5. A travessia (Cormac McCarthy), 408 p.
6. Divórcio em Buda (Sándor Márai), 176 p.
7. Maigret sai em viagem (Georges Simenon), 176 p. [releitura]
FEVEREIRO
8. A linha de sombra (Joseph Conrad), 160 p.
9. Prisoner's Base (Rex Stout), 226 p.
10. Golovin (Jakob Wassermann), 96 p.
11. In the Best Families (Rex Stout), 272 p.
12. Os porões do Majestic (Georges Simenon), 152 p. [releitura]
13. Línguas (Domenico Starnone), 144 p.
14. Black Orchids (Rex Stout), 209 p.
15. As planícies (Gerald Murnane), 112 p.
MARÇO
16. Após o anoitecer (Haruki Murakami), 208 p.
17. Moby Dick (Herman Melville), 656 p.
As planícies é um livro árido, do qual não consegui tirar nada.
Após o anoitecer é o pior livro do Murakami (dos que já li).
Ok, é isso. Acabou a palhaçada: Free Willy Moby Dick estará lido até 15/01/2014.
Demorou mais do que as obras da Copa, mas finalmente terminei de ler o Moby Dick. Que tormento. A análise de 2021 ainda serve:
Lembro que gostei bastante do começo, até o embarque no Pequod. Sempre tento encontrar a passagem em que é lida a placa de uma estalagem, em que consta: não aceitamos suicidas e é proibido fumar, ou algo parecido. A partir do embarque, os termos náuticos que eu não conheço e a recorrência de capítulos técnicos sobre baleias e baleeiros tornaram a leitura muito custosa, e não consegui me obrigar a continuar.
De vez em quando, eu leio um ou dois capítulos, e ainda pretendo terminar um dia. Esse é mais ou menos o meu método para ler livros de muitas páginas, geralmente arrasto a leitura por anos. O que eu tinha na cabeça para dizer que terminaria 12 dias depois eu não sei, mas, vinda de um brasileiro nato, não se pode descartar que a declaração tenha sido feita com má-fé.